“sob uma carga a pátria está curvada; pranteia e sangra; e a cada dia um talho aumenta os ferimentos”

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Estamos jogando uma partida arriscada com o futuro, apostando que o a almejada recuperação da economia irá curar as cicatrizes que nos infligimos a nós mesmos. A recuperação se posterga, aumentamos as fichas na mesma aposta ensandecida. Precisamos urgentemente repactuar o mínimo denominador comum político de nossa sociedade. Sob pena dela esboroar.

Colocamos sobre nós um fardo pesado, que temos que carregar chorando e sangrando. O começo da cura depende da nossa vontade. Do contrário, seguiremos devagar, sem nunca ter tido pressa, pelo caminho do processo civilizatório, comendo a poeira dos grandes e ouvindo o lamento dos que ficaram para trás.

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Política 21

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